domingo, 7 de dezembro de 2008

rapidinhas

Lusitanos mal nascem e já saem falando mesóclises para pedir a mamadeira. Tenho certeza. Por isso, não consigo ler textos em português d'além-mar na internet. Parecem o Velho Testamento. E olha: eu gosto do Saramago, por exemplo, mas tem dias que ele está com o diabo naquele blog dele.


-

Se eu não tenho postado aqui, é porque o Paulo Pires fala tudo que há para ser dito. Outro dia eu catava algo que definisse a árvore na Lagoa e ele veio: apaga e acende como um carro enguiçado. Um carro enguiçado, meudeus, é claro. Eu nunca entendi sair de casa, pegar um trânsito do gênero filhodaputa para ver aquilo piscar suas luzes de trambolho, de outdoor sofisticado.

-

O Paulo Pires também falou da Mallu Magalhães. Eu não gosto. Acho, aliás, um mistério alguém gostar. Ela é um clichê que anda e vive no meio das pessoas. Dá vontade de dizer "Por favor, não seja tão Mallu Magalhães!" E ainda namora el barbudón do Los Hermanos. Sobre isso, tem circulado na faculdade uma propagande de um churrasco:



0 comentários: